Na embriaguez bailavam
Derramavam paixão e terror
Sob os corpos nus das donzelas, com quem passavam noites de amor
Ébrios de ira, ébrios de paixão
Cambaleavam pelas ruas acompanhados, ou a sós na solidão
Guiados por beijos doces e corpos fervorosos
Esses eram os mesmos que afundavam os boêmios na loucura
Só lhes restavam cantigas puras
Cantigas que os faziam bailar com a morte
Que só esperava talvez mais uma noite escura.
Álvares de Azevedo e Casimiro de Abreu dividem uma breja nessa taverna escura... certeza!
ResponderExcluirCaio, você me surpreende cara!