Ele pegou a tela e a colocou no cavalete, pegou também a paleta e nela pôs as cores azul, amarelo e o branco e logo depois começou a pintar. Primeiro começou com o azul, pintou de cima para baixo, e depois com o amarelo ele pincelou o final da tela preenchendo todo o quadro, com o amarelo ainda Ele pintou o sol, como se nascesse do horizonte, perfeito para se admirar. Logo pegou a tinta branca e fez várias nuvens dispersas no amarelo quase alaranjado sem fim. A tal pintura ficou tão bela que de imediato era de se abrir um sorriso no semblante mais triste visto.
Passaram-se algumas horas e Ele resolveu mudar, pintou toda a tela de azul, e com o amarelo bem forte pintou novamente o sol, mas dessa vez Ele o fez no centro da tela como se pudesse tudo iluminar e agora o branco Ele não resolveu usar, talvez para que todos vissem a beleza e a perfeição do que é impossível de se explicar.
Novamente resolveu mudar, pintou as nuvens, mas não com o branco, dessa vez Ele pintou com um cinza bem escuro que parecia estar carregado de dor e castigo, como se alguém o tivesse enfurecido. Pintou também a chuva que mais pareciam lágrimas caídas na tela. Nessa tela só se via o cinza de modo que o azul sumira sem nem avisar, e o pintor deixou a tela desse jeito, de certo ainda muito enfurecido.
Mais tarde voltou a pintar. As nuvens que eram cinzas Ele apagou, e a chuva cessou. O sol Ele pintou de novo, dessa vez pintou mais forte, radiante, e na sua paleta acrescentou mais sete cores e pintou no quadro o arco-íris, um presente demonstrando seu perdão e amor. Tela mais linda não se via e nada se podia comparar com a perfeição que acabara de pintar.
Ao passar um tempo Ele voltou a pintar. Despejou sobre a tela a cor preta e no lugar do sol pintou a lua bem forte, para que pudesse clarear a todo lugar e para que com o preto não precisasse mais se preocupar. Pintou também incontáveis estrelas, umas maiores e outras menores, mas cada uma com sua beleza incontestável, perfeitas para se observar e contar até cansar. O Senhor pintor fez telas lindas hoje, e amanhã mais Ele fará, não se preocupe, todas as telas são diferentes e cada uma com sua beleza infinita e impossível de se imaginar.
Esse pintor é o próprio Deus, o Criador.
Todos os dias eu tenho essa sensação cara...
ResponderExcluirOntem mesmo havia uma escala de azul no céu,
ele vinha de longe meio ralo, bem clarinho, pra um azul escuro e forte no meio.
As nuvens pareciam meio borradas nas pontas, mas os borrões eram de uma definição tão grande, que pareciam quase recortados. É meio difícil de explicar.
Como se as nuvens do fundo fossem mais fofas e em alto-relevo, e as do centro fossem mais definidas. Separadas, bonitinhas, prontas pra se adimirar!
hehehe... tava uma beleza!
Todo dia quando eu acordo eu vou para a varanda e fico observando o céu, coisa linda de se ver! Hoje veio na minha cabeça a ideia de escrever sobre a imensidão e beleza que é o céu... Inexplicável.
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